sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Introdução à Ideia de Medicina Chinesa

A Medicina Chinesa não é algo que nos seja familiar, apesar de poder contar com uma existência na casa dos cinco mil anos, pois estamos a falar de uma realidade que nos foi, secularmente, distante, quase que paralela.

Entender energias não mensuráveis -até hoje - em canais invisíveis que percorrem todo um organismo, relacionando-se com órgãos físicos num aspecto metafísico e não físico, não são pormenores fáceis para uma mente cartesiana.
De um modo geral, aquilo que conhecemos da Medicina Chinesa no Ocidente é a Acupunctura, que é apenas uma das várias disciplinas desta medicina.
A Acupunctura consiste na inserção indolor de agulhas filiformes descartáveis em pontos específicos do corpo. Estes pontos são colocados ao longo dos canais onde está identificada a circulação mais forte de energia no nosso organismo. O resultado da colocação das agulhas de Acupunctura é semelhante a uma barragem num rio: quando se põe uma agulha de forma a dispersar a corrente é como abrir uma comporta e a colocação oposta vai causar uma acumulação na albufeira, criando-se o lago energético.
Esta manipulação da energia conduz ao reequilíbrio da mesma no organismo e equilíbrio de energia significa Saúde. Tal como desequilíbrio significa doença...
Os canais onde circula a energia são denominados de Meridianos e cada um deles está associado a um órgão, havendo 12 que são essenciais.
Além da Acupunctura, a Medicina Chinesa trabalha com a Fitoterapia (de plantas medicinais chinesas), que é a sua disciplina com maior potência no Oriente, assim como com a massagem energética, ginástica energética, e toda uma série de disciplinas mais directamente associadas à Acupunctura por utilizarem os seus mapas de meridianos e pontos (ventosas, moxibustão, digitopressura...).
Os Meridianos
em preparação...

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